A ideia.

Neste espaço estaremos postando textos – que também servirão de avaliação  – escritos por estudantes da disciplina optativa: “Processos de medicalização e produção de adoecimento na contemporaneidade” que está sendo ministrada para o curso de Psicologia neste período (2009/2) pela professora Luciana Caliman na Universidade Federal do Espírito Santo.

Será postado pelo menos um texto por semana, por uma dupla ou trio da turma,  texto este referente à aula dessa mesma semana, que ocorre m sempre às terças-feiras.

O objetivo, além de um dispositivo avaliativo, é também compartilhar nossas discussões, documentá-las e principalmente expandí-las para este âmbito tão grande que é a internet. Aproveitar o espaço da rede para ampliar discussões é uma das melhores coisas que essa tecnologia nos trouxe, e nos aproxima de maneira rápida e “dissemina” ideias em velocidade não antes imaginável.

Aproveitem deste espaço e compartilhem conosco!

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7 Respostas para “A ideia.

  1. farmaceutica pública

    ótima a ideia de difundir um conhecimento que é mascarado pelas indústrias farmacêuticas lesando toda a população leiga no assunto que gasta parte importante de seus rendimentos num placebo ou numa marca de um medicamento.

  2. MICHELE CRISTINA

    Atualmente,milhares de pessoas estao usando medicamentos por conta propria.Algumas destas pessoas se tornam dependentes de remedios muitos perigosos que provocam ate a morte.

  3. convido a todos voces a aprticiparem da reuniao da luta antimanicomial em Vitória, NA CASA DO CIDADÃO. HORÁRIOS E DATAS NO MEU BLOG:blog da zuzu
    SAUDAÇOES ANTIMANICOMIAIS

  4. Helena Rego Monteiro

    Este aumento de consumo de medicamentos nos faz lembrar da irônica crônica de Drummond (1980) quando ele provocativamente afirma:

    …todo ser humano é carente de remédio. Principalmente, de remédio novo, com embalagem nova, propriedades novas e novíssima eficácia, ou seja, que se não curar este mal, conhecido, irá curar outro, de que somos portadores sem sabê-lo..

    Podemos dizer que, hoje há remédio para tudo, há inclusive porta-medicamento de bolso com despertador acoplado para não perder a hora: de se concentrar, de aprender, de obedecer, de perder o apetite, de sentir desejo sexual, de não engravidar, de acalmar, de crescer, de lembrar, de consumir, de não consumir, de dormir e etc.
    Amanhã quem sabe…

    “Agência de pesquisa traçou cenários para uso de drogas.
    Drogas que aumentem a inteligência de pessoas saudáveis devem se tornar comuns em duas décadas.
    Esse cenário foi apresentado pela agência de pesquisas Foresight, que estuda o cérebro e publicou um relatório independente elaborado por 50 especialistas nesta quarta-feira em Londres.
    O relatório da Foresight afirma que: “Em um mundo onde a competitividade vem aumentando, o uso individual de tais substâncias pode deixar de ser exceção e se transformar na regra, com fortificantes cognitivos usados como o café atualmente”.
    Segundo o relatório da Foresight, os medicamentos, conhecidos como “fortificantes cognitivos” podem se transformar em algo tão “comum quanto café”.
    Cientistas não descartam a hipótese de crianças e jovens, que estão prestes a fazer provas importantes, terem que fazer antidoping antes de fazer exames para detectar presença de drogas que melhore o desempenho.
    Alguns medicamentos já são usados atualmente para ajudar a melhorar a performance mental.
    A Ritalina, por exemplo, que já é receitada para crianças que têm déficit de atenção e hiperatividade, já foi usada por alguns estudantes para melhorar sua performance em provas.
    O modafinil, usado atualmente para tratamento de distúrbios do sono como a narcolepsia, mostrou-se eficaz para ajudar pessoas a se lembrarem de números e ajudou em outros casos em que era preciso tomar decisões mais cuidadosamente.
    Um dos autores do relatório, Trevor Robbins, professor do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, lembrou que “ninguém se importa com o fato das pessoas tomarem vitaminas para se sentirem melhor”.
    “Mas tomar substâncias, naturais ou artificiais, em provas, pode gerar problemas éticos, parecidos com o que temos nos esportes hoje”, afirmou.
    Para Gerry Stimson, especialista em sociologia comportamental no Imperial College de Londres, que também ajudou na elaboração do relatório pergunta se a popularização destes medicamentos vai “colocar as pessoas em uma vantagem justa ou injusta”.
    “É permitido tomar estes medicamentos por motivos terapêuticos, mas precisaríamos de um sistema para regulamentar o uso destas drogas por pessoas que têm boa saúde”, disse.”

  5. Luciana Caliman

    Oi Eliana!
    Que bom que vc gostou! Seja bem vinda!

  6. Parabéns pela ideia!
    Os textos estão de ótima qualidade.

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