E as ruas não se calam…

 

antidepressivos 

… juntamente com nossos poetas marginais, denunciando o que muitos não deram conta ainda. Mas a arte não se cala perante a vida!

Denunciar é preciso!

Figura mandada pela Laura Paste, por email.

Sugestões de novas postagens artísticas, mandem para: medicalizacao@gmail.com

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3 Respostas para “E as ruas não se calam…

  1. Luciana Caliman

    Oi Joaquim, bem vindo ao blog!
    Pois é, a discussão sobre este tema é intensa, com mil ângulos, caleidoscópica. Acredito que, nos dois casos, falando de drogas lícitas e ilícitas, é preciso pensar (opinar, discutir…) nas questões e fatores políticos, econômicos, éticos e existenciais que as legitimam ou (i)legitimam. É o que estamos fazendo neste espaço. Por certo, estes fatores não são os mesmos, embora possamos pensar em alguns pontos que se atravessam e se encontram. Mas um aspecto que queremos chamar atenção é que a separação e definição entre o que é legal e ilegal (separação esta que não é apenas científica, mas política, econômica, local, circunstancial…) tem produzido um efeito perturbador nos dias atuais: o que é legal é bom, desejável, seguro, permitido, politicamente correto e nossos olhares atentos direcionam-se apenas para o que a lei, a sociedade (certas sociedades), a ciência definem como ilegal. Na maioria das vezes, este é um debate que permanece oculto e não somos convidados a falar sobre… abre-se aqui um espaço.

  2. Opa, acho que descobri a GRANDE DIFERENÇA, a resposta para TODOS os meus males:
    Prescrição e orientação médica.

  3. Lembro-me de uma coisa engraçada que aconteceu um tempo atrás aqui em minha casa.
    Uma amiga da minha família disse à minha mãe que estava tomando um “remédinho” que a deixava “calminha”. Não sei como é a opinião sobre drogas ilícitas dos “postadores” desse blog, porém, qual é a diferença entre tomar um rivotril (não sei se era essa a droga que a mulher estava tomando) e ingerir, de qualquer forma, cannabis sativa? A regulamentação da ANVISA é um fim em si mesmo? Isso porque nem estou propondo nenhum debate sobre a “imoralidade” do tráfico de drogas.

    Abraços.

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